Carro de leilão faz seguro? - Status Seguros

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Carro de leilão faz seguro?

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Carro de leilão faz seguro?

“Carro de leilão faz seguro?” Como dito no começo do texto, fazer seguro auto em um carro leiloado depende de diversas informações sobre o veículo e o perfil do segurado.

Para aceitar fazer o seguro do carro, as seguradoras avaliam diversas informações sobre o seu perfil e seu automóvel: idade, tempo de habilitação, ano/modelo, índices de roubo na região em que circula e muitos outros. Veja mais informações na nossa postagem sobre como é feito o cálculo de seguro auto.

Com todas as informações em mãos, as seguradoras qualificam o risco de proteger o seu automóvel. Em algumas ocasiões esse risco é tão alto que ocorrem acontecer três situações: o preço do seguro fica muito alto, diminuição da porcentagem da tabela FIPE ou não aceitação do veículo. Muitas vezes as companhias consideram os carros de leilão com um risco alto e acontece uma dessas três situações.

Carros sem sinistro

As seguradoras costumam aceitar os carros provenientes de financiamento, frota de empresas, pessoas físicas e com chassi remarcado. Entretanto a indenização integral varia entre 70 a 90% da tabela FIPE.

Como dito, isso acontece porque as seguradoras consideram que a condição de um carro de leilão é de maior risco quando comparados com um comprado em uma concessionária, por exemplo. Há segurados que conseguem 100% da tabela FIPE, porém essa é uma exceção.

Exemplo: um veículo avaliado no valor de R$30.000, que tem indenização total de 90%, o segurado irá receber o valor de R$27.000 nessa situação.

Carros com sinistro

Para os carros sinistrados que são provenientes de seguradoras, são usados níveis de acidentes definidos pelo CONTRAN: pequena, média ou grande monta.

Quanto maior o nível, maior foi o acidente, mais caro o conserto e maior risco representa para as companhias de seguro. A aceitação de carros de leilão dependem muito desse nível de acidente.

Para veículos que sofreram pequena monta, a indenização também varia de 70% a 90% da FIPE. O motivo é simples: como o carro não sofreu altos danos, o risco é bem menor. Essa situação vale para Ana, o nosso exemplo no começo do texto.

Agora, se o veículo vem de sinistro de média ou grande monta, as chances de alguma seguradora querer fazer o seguro do carro são baixas. Isso acontece porque com um veículo que sofreu diversos consertos, há chances maiores de vir a precisar do seguro.

 

Vale lembrar que essas informações são as situações mais comuns encontradas no mercado. Há situações em que esses dados podem mudar, isso porque cada pessoa e veículo apresentam um risco diferente.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: https://www.bidu.com.br

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